30.3.11

Pintar a floresta!

Os alunos do 5ºA continuam a trabalhar o Ano Internacional das Florestas.
Fomos, por isso, dar uma espreitadela à sala de aula, em Área de Projecto, e vimos o que andavam a fazer...aqui fica um bocadinho do bonito que já fizeram...
Parabéns ao 5ºA!

Floresta não é só paisagem!

Está a decorrer na biblioteca, da nossa escola, uma exposição relativa à importância da floresta autóctone, promovida pela Vodafone. Esta exposição está acompanhada pela projecção de um pequeno vídeo educativo e de um concurso, dinamizado pelo Clube da Floresta, que pretende orientar a exploração dos painéis expostos.

O envolvimento dos Directores de Turma permitiu a dilvugação e exploração de um folheto sobre a nossa floresta, a quem cabe a todos proteger.

23.3.11

Plantar carvalhos no Dia da Árvore


Os alunos do Clube Floresta Urbana, com o apoio da professora Fátima Gaspar, plantaram, no dia 21 de Março - Dia da Árvore, oito pequenos carvalhos que irão crescer sob o olhar atento de quem os plantou. A cada carvalho foi atribuído um padrinho, detentor da "cédula" respectiva, onde serão registado os aspectos importantes do desenvolvimento da árvore apadrinhada.

As árvores plantadas foram cedidas pela Escola Secundária Alberto Sampaio, a quem o Clube, muito agradece.

2.3.11

Olimpíadas da Floresta: Dia do Prosepe - 4 de Março



No dia 4 de Março decorreu a 1ª eliminatória das Olimpíadas da Floresta que assinalaram o Dia do Prosepe.Participaram várias turmas do 2º e 3º ciclos e muitos foram os alunos que pararam para pensar na floresta.
Os primeiros três classificados foram:
6º A 13 Margarida Pinheiro 30 75,0%
5º E 16 Emanuel Ferreira Costa 28 70,0%
7º F 17 João Sá 28 70,0%

Parabéns a todos os paricipantes!

24.2.11

Plantar um fóssil vivo!

O Clube Floresta Urbana, com o apoio do Pelouro do Ambiente da CMB, assinalou o Ano Internacional da Floresta com a plantação simbólica de uma árvore muito especial. Trata-se de uma Ginkgo biloba, cuja presença na Terra é de já cerca de 200 M.a. (milhões de anos)!
É isso mesmo...esta espécie conheceu, bem de perto, imaginas quem?...
Os enormes, os famosos, os pré-históricos dinossáurios!
Por isso, não é difícil perceberes por que razão é considerada um fóssil vivo!!! A Ginkgo biloba é uma espécie muito, muito primitiva que, sem sofrer evolução, chegou aos nossos dias resistindo a todas as catástrofes.
É, também, símbolo de paz e de longevidade, tendo sido a primeira árvore a germinar após as explosões atómicas no Japão. Estudada, exaustivamente, pela Botânica a Ginkgo biloba tem várias aplicações na farmacologia.

A palavra ginkgo tem origem chinesa (ginkyo: 銀杏) e significa damasco prateado. A palavra biloba refere-se ao formato bilobado das folhas.

Vais, certamente, reparar que a cada Primavera os seus ramos se vão encher de folhas e flores que te vão surpreender pela explosão de vida. No Verão, a sua folhagem verde, será sombra refrescante e no Outono reinventa as tonalidades: o verde dá lugar ao amarelo, ao laranja, ao vermelho e ao castanho. Ao longo do Inverno, e já despida de folhas, permanece silenciosa à espera de uma nova Primavera.

Esta árvore, plantada no jardim da escola, está a crescer por vontade da turma do 5ºA, das suas professoras de Área de Projecto, do sr. Manuel, do Vitor do 7ºC, e de todos os outros alunos que a nós se quiseram juntar. Um obrigada a todos.


Terminamos com um poema. Um poema que Goethe, famoso cientista, filósofo, poeta e botânico alemão, escreveu em 1815.

A folha desta árvore que de Leste
Ao meu jardim se veio afeiçoar,
Dá-nos um gosto de um sentido oculto
Capaz de um sábio edificar.

Será um ser vivo apenas
Em si mesmo em dois partido?
Serão dois que se elegeram
E nós julgamos num unidos?

P’ra responder às perguntas
Tenho o sentido real:
Não vês por meus cantos como
Sou uno e duplo, afinal?

(tradução de Paulo Quintela)

Porque pode ter interesse para alguns que nos leiam:

Poderás encontrar aqui este e outros ciclos de vida:
http://www.unioviedo.es/bos/Asignaturas/Botanica/Imagenes/

12.2.11

Carvalhos por mimosas!

O Núcleo de Braga da Quercus e a Confraria do Bom Jesus contaram com a colaboração de uma centena de pessoas, entre elas elementos do Clube da Floresta da nossa escola, no projecto que visa o difícil controlo das mimosas (espécies invasoras).
A reflorestação das encostas do Bom Jesus, por Quercus robur (carvalhos), irá ajudar àquele objectivo e insere-se na comemoração do Ano Internacional da Floresta.

Assim, pelas 14.30 do soalheiro dia 12 de Fevereiro, foi crescendo junto ao coreto, o grupo de voluntários que, munido de sacholas e pás, plantou novas árvores na terra a reflorestar.

Antes de tudo, havia que aprender a fazê-lo...sim, porque isto de plantar uma árvore, tem muito que se lhe diga... só depois pusémos mãos ao trabalho!

Houve que cavar com energia a terra e fazer covas circulares em profundidade, ajustadas às dimensões da raiz. A terra, quer-se solta tanto no fundo tanto nas laterais da cova. Posicionada a árvore, enche-se de terra os espaços vazios por entre as suas raízes. Pisa-se, de seguida, a terra evitando-se a zona do torrão para não o danificar. Por fim, em torno da árvore plantada, escava-se uma caldeira que a irá ajudar a reter água. Depois de plantada, rega-se em abundância e deixa-se crescer devagarinho.

Foi assim que, com mais ou menos experiência ou com mais ou menos energia, este grupo de gente plantou carvalhos, sombra para as gerações do futuro e abrigo para muitas formas de vida.

Para a próxima, deixa-te levar!
SABIAS QUE...

...o termo autóctone é sinónimo de nativo ou indígena, isto é, diz respeito a seres vivos originários do próprio território onde habitam.
...as espécies autóctones estão mais adaptadas às condições do seu território, sendo mais resistentes a pragas, doenças e a períodos longos de estio e chuvas intensas, em comparação com as espécies introduzidas
...por norma, a plantação deve ser realizada no Outono/Inverno ou início da Primavera, consoante o clima.
Nas áreas de influência mediterrânica, a plantação deve ocorrer o mais cedo possível desde que exista humidade suficiente no solo (a partir de Outubro/Novembro), de forma a permitir que as plantas desenvolvam o sistema radicular durante o Inverno (como acontece com as espécies folhosas) e tenham maior probabilidade de sobrevivência durante o Verão.
Nas regiões de influência atlântica, onde o Inverno é mais rigoroso (por exemplo onde neva com alguma frequência), é possível e desejável plantar no final do Inverno/início da Primavera. Por outro lado, nos solos temporariamente alagados pode ser necessário e aconselhável retardar a plantação até as condições de humidade serem as adequadas.

Para saber mais sobre espécies invasoras e as ditas mimosas que têm que ser controladas consulta:

http://www1.ci.uc.pt/invasoras/index.php?menu=114&language=pt&tabela=especies

8.2.11

A floresta não é só paisagem!

No âmbito do Ano Internacional das Florestas, a nossa escola receberá, já em Março, uma exposição sobre floresta e biodiversidade.
O conjunto de painéis destaca a Floresta Portuguesa - sua importância enquanto ecossistema e seu papel na nossa própria cultura.
A exposição integra, igualmente, um filme e materiais específicos para os alunos que, ao complementar a informação, sensibilizam os visitantes para a importância da conservação da floresta, em geral e da autóctone, em particular


Está atento e vem participar nas actividades do Clube da Floresta Urbana da tua Escola!